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De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), as mulheres representam 45% da população economicamente ativa no Brasil, e uma boa parte desta porcentagem trabalha em empresas privadas. E isso significa que algumas dessas colaboradoras podem chegar a vivenciar uma situação ainda delicada: gestação e trabalho. 

Sabemos que, embora observamos uma gradativa mudança de comportamentos das organizações, priorizando uma gestão mais humanizada, ainda é desafiador para uma colaboradora que engravida, lidar com a pressão no trabalho.

E quanto mais alto for o cargo dessa mulher, maior o nível de tensão que ela precisará administrar, porque além de todas as questões que já envolvem o universo de uma gestação, existem as cobranças por resultados profissionais e a insegurança do retorno ao trabalho, após o fim da licença maternidade. 

Gestação e trabalho: Conheça o programa de gestantes

E pensando em minimizar os impactos negativos desse cenário, tornar o período gestacional mais leve e proporcionar saúde e bem-estar para as colaboradoras que algumas empresas investem em iniciativas como programas de gestantes. 

Este projeto pode ser considerado um benefício, e incluem em sua grade, atividades com foco na saúde da mãe e do bebê. Além dos cuidados especiais, relacionados à fase gestacional, também contempla um atendimento psicológico. 

Esta prática traz benefícios não só para a colaboradora que está à espera de seu filho, mas reverbera em toda a equipe da qual ela faz parte e, consequentemente, dos resultados e produtividade no trabalho. É uma maneira de demonstrar o quanto a profissional é importante para a empresa, assim como o bebê que ela espera. 

Algumas organizações estendem o programa de gestantes para as esposas de seus colaboradores, pois entendem que essa assistência trará mais tranquilidade e motivação ao seu funcionário para desempenhar suas atividades de maneira mais tranquila. 

Como acontece o programa de gestantes?

O programa de gestantes contempla tanto a fase que antecede o parto, como também a fase do pós-parto, disponibilizando palestras, treinamentos, consultorias e dicas sobre cuidados e saúde tanto da mãe, como do bebê. 

Existem algumas empresas que além dessas práticas, oferecem também acompanhamento médico e psicológico durante toda a gestação e também após o nascimento da criança. 

A junção de todas essas práticas garantem um cuidado a mais com mulher que está à espera de seu filho, o que reflete positivamente na saúde tanto dela, como do bebê, proporcionando melhores condições de retorno ao trabalho desta profissional. 

A importância de investir em um Plano de Saúde de qualidade

Além do programa de gestantes, poder proporcionar para as funcionárias um plano de saúde de qualidade é fundamental neste processo de suporte e cuidado da mãe e do bebê. 

Garantir acesso a um atendimento médico de qualidade, realização do pré-natal, exames da rotina gestacional e complementares, além de proporcionar um parto seguro e assistido, pediatras para os cuidados com o bebê após o nascimento e obstetras para acompanhamento da mãe são apenas algumas das vantagens que um plano de saúde oferece.

Se desejar saber como contratar um plano de saúde ideal e que atenda as necessidades das suas colaboradoras e da sua empresa procure uma consultoria de saúde especializada, assim como a Aliatta

Gestação e Trabalho: Por que a empresa deve se envolver nesta fase?

De acordo com o estudo americano Pregnancy at Workplace, a gravidez pode afetar o bem-estar psicossocial da mãe no local de trabalho. Por isso, é necessário suporte. Além disso, o artigo afirma que é importante formular estratégias para promover e proteger a saúde materna e infantil. 

Já o Great Place to Work e o Bloom recomenda que coloquem à disposição profissionais que ofereçam suporte emocional com foco na realidade de famílias:

“Empresas podem e devem ser parte da rede de apoio das famílias que contribuem diariamente com seus negócios. Porque a harmonia tão buscada por mães e pais que trabalham depende de gestores e lideranças que entendam, acolham e propiciem um cotidiano profissional que caiba na rotina de quem tem trabalho também em casa.”

O que diz a lei sobre gravidez e trabalho

Todas essas ações do programa de gestantes citadas não são obrigatórias, e sim, consideradas como um benefício oferecido pela empresa. Porém, existe uma legislação vigente que protege as funcionárias grávidas. Conheça alguns dos principais pontos:

  • Licença-maternidade de 120 dias (quatro meses) para gestantes que tiverem carteira de trabalho assinada. Se for de seu desejo, a gestante pode pedir esse direito já no 28° dia antes do parto;
  • Não ser demitida durante o período em que estiver grávida e até cinco meses após o parto, a não ser por justa causa;
  • Receber uma declaração de comparecimento todas às vezes em que for em consultas de pré-natal ou realizar algum exame. Assim, as faltas ao trabalho serão justificadas;
  • Até o bebê completar seis meses, há o direito de ser dispensada do trabalho todos os dias, por dois períodos de meia hora ou um período de uma hora, para amamentação;
  • Já os pais têm direito a uma licença-maternidade de cinco dias seguidos.

Conclusão

O mais importante é que a empresa entenda que transformar a cultura organizacional é um processo muito benéfico para todos os lados, da própria empresa e também da sua equipe. 

Ao optar pela implantação de um programa de gestantes e contratação de plano de saúde, a organização está investindo na colaboradora, em seu bebê, nos demais funcionários que fazem parte do time e, por consequência, nos resultados gerados. 

É um ciclo do bem! Uma gestão cada vez mais humanizada é o caminho do futuro e do agora! 

Por Atracto

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